Show da língua portuguesa!

•Maio 31, 2009 • Deixe um comentário

Um homem rico estava muito mal, agonizando. Pediu papel e caneta. Escreveu assim:

‘Deixo meus bens a minha irmã não a meu sobrinho jamais será paga a conta do padeiro nada dou aos pobres. ‘

Morreu antes de fazer a pontuação. A quem deixava a fortuna? Eram quatro concorrentes.

1) O sobrinho fez a seguinte pontuação:
Deixo meus bens à minha irmã? Não! A meu sobrinho. Jamais será paga a conta do padeiro. Nada dou aos pobres.

2) A irmã chegou em seguida. Pontuou assim o escrito:
Deixo meus bens à minha irmã. Não a meu sobrinho. Jamais será paga a conta do padeiro. Nada dou aos pobres.

3) O padeiro pediu cópia do original. Puxou a brasa pra sardinha dele:
Deixo meus bens à minha irmã? Não! A meu sobrinho? Jamais! Será paga a conta do padeiro. Nada dou aos pobres.

4) Aí, chegaram os descamisados da cidade. Um deles, sabido, fez esta interpretação:

Deixo meus bens à minha irmã? Não! A meu sobrinho? Jamais! Será paga a conta do padeiro? Nada! Dou aos pobres.

Moral da história:

‘A vida pode ser interpretada e vivida de diversas maneiras. Nós é que fazemos sua pontuação.
E isso faz toda a diferença… ‘

 

Happy Birthday to me…

•Agosto 3, 2008 • Deixe um comentário

 

 

Hoje começa de novo o roteiro dos meus dias.

Hoje acaba o inverno de minhas dúvidas para renascer a primavera de minhas esperanças.

Se, quando criança, eu queria que os anos passassem mais depressa, e se, quando adulto, tenho a impressão de que estou ficando velho, é porque não tenho sabido viver o momento que passa.

Por isso, eu prometo hoje, neste primeiro dia da existência de meu novo ano, viver com toda a intensidade destas trezentas e sessenta e cinco oportunidades que me estão reservadas.

 Em cada dia fazer o propósito de uma realização.

 Em cada noite, tomar consciência de um novo ensinamento.

Viver a plenitude em tudo no amor, porque o amor é uma constante.

Começa-se a amar primeiro os pais, depois a Deus, logo se tem o primeiro amigo e o primeiro desengano, depois o primeiro amor com o sexo oposto.

Amam-se os frutos do amor que são nossa continuidade e a certeza de não morrer de todo, porque eles existem.

Aprende-se o amor universal. E com esforço de uma meditação, chega a compreensão do amor cósmico.

Oh! Forças astrais que regem os desígnios de minha existência, daí-me um ano de amor, um ano com riquezas de todos os gozos, com a pobreza de alguns sofrimentos. Mas que eu posso compartilhar dos primeiros e suportar os segundos, para no fogo da dor, aprender a transmutação que me dê a verdadeira liberdade.

Liberta-me, anjo regente do meu destino, da escada demoníaca que só tem três degraus, mas que em uma miragem, se começarmos a descê-los se fazem intermináveis.

São eles: o ciúme, a inveja e o ódio.

Separai-os de mim.

Daí-me este ano uma escada dourada com trezentos e sessenta e cinco degraus, porém infinita em seu sentido cósmico.

Que cada dia eu suba um degrau mais, do tempo em que pronuncio “Quero chegar a vós Senhor, que rege os destinos dos meus atos”.

Que não se enfraqueçam as minhas pernas.

Daí-me materialmente aquilo que mereça, psiquicamente aquilo que preciso.

Mas Oh! Senhor, daí-me a espiritualidade da qual realmente sou ambicioso.

Transformai o chumbo da minha negatividade no ouro de minhas positividades.

Hoje Senhor, não tenho um ano a mais, nem um ano a menos, hoje me sinto eterno, pois nunca como hoje me senti mais perto de vossa presença.

 

Verdades…

•Julho 14, 2008 • Deixe um comentário

“Se você tivesse acreditado na minha brincadeira de dizer verdades,
teria ouvido as verdades que insisto em dizer brincando.
Falei muitas vezes como palhaço, mas nunca desacreditei na seriedade
da platéia que sorria”.

Autor: Charles Chaplin

MENTIRAS

•Junho 7, 2008 • Deixe um comentário

Separe pelo menos um dia para se curar das mentiras que você tem dito a si mesmo e daquelas que outros têm dito a você. 
 
Chega um certo momento em que a coisa mais saudável a experimentar é fazer uma pausa para ouvir aquilo que você está dizendo a si mesmo – palavras como: “Eu sou muito estúpido!” “Ai, eu estou quebrado mesmo!” “Eu não sei como!…” “Eu não aguento mais isso!” O impressionante é que, mesmo em meio a esse arsenal de negativismo você tem realizado a contento suas tarefas difíceis e superado obstáculos aparentemente intransponíveis. ..

Só que você não pode ver as suas próprias realizações pela ótica correta, porque você tem mentido para si mesmo. E você mente por quê? Porque alguém por seu lado lhe tem mentido… Quantas foram as vezes em que você ouviu: “Você não presta pra nada!” “Você nunca vai se dar bem na vida!” “Como você imagina, afinal, que vai conseguir alcançar aquilo?…” E você acredita nessas mentiras… Ou pelo menos nas insinuações de sua suspeitada incapacidade.

A única maneira de erradicar, de afastar a mentira, é substituí-la pela verdade. Você tem que pensar sob o prisma da verdade. E a verdade é que você foi criado à imagem e semelhança do Criador de todo o Universo. E a verdade é que ninguém jamais entregou a sua vida a Deus e a perdeu. A verdade é que Deus amou tanto este mundo que decidiu se encarnar na pessoa do seu Filho, para que finalmente as trevas pudessem ver a luz. A verdade está à sua disposição. Investigue-a!

Autor: Desconhecido.

Metade

•Maio 30, 2008 • Deixe um comentário
Que a força do medo que eu tenho,
não me impeça de ver o que anseio.
 
Que a morte de tudo o que acredito
não me tape os ouvidos e a boca
Porque metade de mim é o que eu grito,
mas a outra metade é silêncio…
Que a musica que eu ouço ao longe,
seja linda, ainda que triste…
 
Que a mulher que eu amo
seja pra sempre amada 
mesmo que distante
Porque metade de mim é partida
mas a outra metade é saudade
Que as palavras que eu falo
não sejam ouvidas como prece,
e nem repetidas com fervor,
 
apenas respeitadas,
como a única coisa que resta
a um homem inundado de sentimentos
 
Porque metade de mim é o que ouço,
mas a outra metade é o que calo
 
Que essa minha vontade de ir embora
se transforme na calma e na paz
que eu mereço
 
E que essa tensão
que me corroe por dentro
seja um dia recompensada
 
Porque metade de mim é o que eu penso
mas a outra metade é um vulcão
 
Que o medo da solidão se afaste,
e que o convívio comigo mesmo,
se torne ao menos suportável
 
Que o espelho reflita em meu rosto,
um doce sorriso,
que me lembro ter dado
na infância
 
Porque metade de mim
é a lembrança do que fui,
a outra metade
eu não sei
 
Que não seja preciso
mais do que uma simples alegria
para me fazer aquietar o espírito
E que o teu silêncio
me fale cada vez mais
 
Porque metade de mim
é abrigo,
mas a outra metade
é cansaço
 
Que a arte nos aponte uma resposta,
mesmo que ela não saiba
 
E que ninguém a tente complicar
porque é preciso simplicidade
para faze – la florescer
 
Porque metade de mim é platéia,
e a outra metade é canção
 
E que a minha loucura seja perdoada, 
 
Porque metade de mim é amor,
e a outra metade…
 
também…
  
(Oswaldo Montenegro)